Bancários de Araxá definem greve e cruzam os braços a partir de hoje

Redação 23 de setembro de 2013 0

Eles sairão às ruas nessa segunda para reivindicar seus pedidos e serviços vão funcionar em operação tartaruga

Bancários de Araxá definem greve e cruzam os braços a partir de hojePor Caio Ranieri

Foi definido em assembleia e agora os bancários de Araxá também aderiram a greve nacional da categoria, que já atingiu centenas de cidades do país. Funcionários de todos os bancos, privados e os públicos, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, estão de braços cruzados a partir dessa segunda feira (23), conforme foi definido na assembleia realizada no final da tarde de sexta feira (20), na sede do Sindicado dos Bancários de Araxá e região.

Na semana passada, eles realizaram uma manifestação no Calçadão da Presidente Olegário Maciel, em Araxá, alertando para a possibilidade de greve. Nessa segunda, daqui a pouco, às 10h, eles voltam as ruas para mostrar os motivos que a greve foi desencadeada pelos bancários de Araxá. as cidades de São Gotardo e Campos Altos também devem aderir ao movimento ainda nessa semana.

Bancários de Araxá definem greve e cruzam os braços a partir de hojeA classe reivindica 11% de aumento, mais o piso salarial do Dieese, que hoje gira em torno de pouco mais de dois mil reais, de acordo com José Roberto Alves, presidente do Sindicato da Classe em Araxá. Eles querem cesta alimentação e mais atendimento especial aos clientes, que conforme o presidente, os clientes pagam muitas tarifas e o atendimento é péssimo.

“Vamos convocar a classe para fecharmos todos os bancos. Principalmente os bancos públicos. Participaram conosco da assembleia cerca de 48 pessoas e quase por unanimidade  a greve foi definida. Tivemos uma abstenção. Nos bancos os serviços, cerca de 30% são mantidos, mas é a operação tartaruga. A gente pede desculpas a população porque vai traze transtornos, mas é pelo bem da população também”, explica José Roberto. A greve é por tempo indeterminado e diariamente, novas assembleias vão ser feitas, para decidir se a greve continua ou não.

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